Arquivo mensal: fevereiro 2016

SXSW: Conheça os artistas da Tratore presentes em 2016

por David Dines

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South by Southwest (SXSW) é uma conferência internacional dos mercados de música, cinema e tecnologia realizada anualmente em Austin, no estado norte-americano do Texas. Durante uma semana do mês de março desde 1987, a cidade fica tomada por profissionais criativos e, especialmente, bandas independentes, que se apresentam em showcases em busca de novos negócios e oportunidades.

Neste ano, em que a parte musical do evento será realizada entre 15 e 20 de março, dez bandas brasileiras se apresentarão na conferência. Metade delas têm trabalhos distribuídos pela Tratore. Saiba mais sobre esses artistas:

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Selos, coletivos e outras alegrias: A Banca em parceria com a Tratore

a bancaFoto: Reprodução Facebook

por Nicole Patrício

Cultura hip-hop e inclusão social: são essas as bandeiras que o coletivo A Banca levanta. Criado em 2000 por moradores do Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo, o grupo organiza várias ações na intenção de transformar não só as pessoas da região, mas, toda uma população menos favorecida da cidade.

Entre oficinas, palestras e intercâmbios culturais, a música – mais precisamente, o rap – é uma das principais formas de arte que movem A Banca. A produção e os scratchs de DJ Bola ajudaram a formar dois artistas que, no início deste ano, passaram a fazer parte do catálogo da Tratore: MC Mirim e D.I.E.L.

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Série Vinil: 4 dicas para fabricar seu LP

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por David Dines

Na Série Vinil dentro do blog da Tratore, já abordamos quais são os cuidados de finalização de áudio necessários ao pensar no lançamento de um LP. Mas quais outros cuidados é preciso ter ao preparar seu bolachão?

Uma vez que não há fábricas que produzam CDs e vinis simultaneamente, que especificidades de produção diferem uma mídia da outra? Confira:

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Direitos autorais na web: onde está a falta de transparência?

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por Mauricio Bussab e David Dines

O Ministério da Cultura (MinC) colocou em consulta pública nessa segunda-feira, 15 de fevereiro, o texto de uma instrução normativa sobre gestão de direitos autorais relativos à música no ambiente digital. O principal ponto discutido é a forma de pagamento de direitos na Internet, especialmente relativos a plataformas de streaming como Spotify, Deezer, YouTube e Apple Music, entre outras.

Hoje o faturamento de lojas digitais relativo ao fonograma (a musica gravada) é repassado por elas ao distribuidor ou gravadora, que por sua vez repassa para o artista. E o faturamento relativo à composição é repassado à editora musical que por sua vez repassa ao compositor. Isso se assemelha ao modelo de pagamento de um CD físico.

O outro caminho possível (mas que não é usado neste caso) é o o caminho da execução pública que é o caminho seguido pelo faturamento de rádio e TV. O dinheiro vai para o Ecad que repassa a uma sociedade arrecadadora (UBC, Abramus, Amar, etc) e esta para o artista.

No texto do MinC não existe proposta de aumento de valores. Os valores continuariam iguais. Mas há um grande ponto problemático, que está no fato de o MinC entender que as execuções nas plataformas de streaming envolvem execução pública, o que os obrigaria a pagar ao Ecad pelo uso das músicas. Então uma parte do faturamento não seguiria mais o caminho descrito acima e seria paga ao Ecad, assim como acontece com o faturamento de música tocada no rádio ou na televisão. Seria essa a melhor forma?

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Série Vinil: 7 dicas de masterização, segundo Arthur Joly

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por David Dines

Com o recente ressurgimento do consumo de vinil, muitos artistas e bandas se interessaram em produzir lançamentos também no formato bolachão. A crescente demanda, que tinha atendimento possível apenas por empresas europeias, levou à criação de uma fábrica no Rio de Janeiro em 2009 e outra em São Paulo neste ano. E o blog da Tratore abordará o vinil e suas peculiaridades em alguns dos próximos posts.

Ter um bom lançamento em vinil depende de uma masterização feita especialmente para o formato, já que diversos parâmetros digitais são inadequados para o corte de um LP ou compacto.

Quem nos dá algumas dicas na preparação do áudio de um disco é o produtor e engenheiro de masterização Arthur Joly. Cabeça do selo Reco-Head, Joly já trabalhou em estúdio com artistas como Elza Soares e Monique Maion, e masterizou de forma analógica álbuns de O Terno, Mahmed, Mariana Aydar e Mustache e os Apaches. Além disso, também produz projetos próprios de música eletrônica e trilhas sonoras. Confira:

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7 dicas para melhorar a presença online da sua banda

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por David Dines e Nicole Patrício

A reputação de seu trabalho musical não é construída só em gravações e shows. Em grande parte das vezes, a primeira impressão é resultado da presença online da banda ou artista, seja por meio de um vídeo de YouTube, da página de Facebook ou ao ouvir uma música em plataformas de streaming.

Muitas dúvidas podem surgir ao lidar com a infinidade de canais de contato na Internet. Pensando nisso, a Tratore te apresenta algumas dicas para começar a organizar esse trabalho. Continuar lendo

9 dicas para fabricar seu CD

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por David Dines e Nicole Patrício

Em tempos de consumo digital de música, produzir um álbum físico é um marco na carreira de um artista ou banda. Se o CD e o vinil deixaram de ser os principais suportes de áudio para uma parcela do público, ambos continuam sendo objetos de desejo para o fã que engaja profundamente com a obra e também para o audiófilo, aquele entusiasta de música em alta fidelidade. Esse público sempre irá recorrer aos formatos físicos, comprando nos shows, em lojas ou pela Internet.

Então, como produzir um CD da melhor forma possível, levando esse cenário em conta? Além de ter grande experiência na distribuição de discos, a Tratore também auxilia na fabricação e dá algumas dicas. Confira:

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