Estudando o Videoclipe: Orçamento e cronograma

Sem título

por David Dines e Nicole Patrício

Um videoclipe pode ser parte importante da estratégia promocional de um artista ou banda. Dependendo da ideia a ser desenvolvida, existem vários caminhos e abordagens a serem considerados. As duas principais variáveis a se avaliar no planejamento são o quanto se pode investir na realização visual e o tempo de execução, tanto em relação à captação quanto ao tratamento e edição das imagens.

Confira abaixo alguns exemplos de bons videoclipes de artistas da Tratore feitos com diferentes tipos de investimento e cronograma:

É possível chegar a ótimos resultados com orçamento e tempo muito limitados. Um exemplo é o clipe de “Se Não For Sincero, Não Quero”, de Karine Alexandrino. Segundo a cantora, o clipe foi inspirado na ética “faça-você-mesmo” do punk e “como muitos amores vãos, custou menos que um real”. Bastaram apenas uma locação aberta (a praia de Volta da Jurema, no Ceará), uma câmera digital de boa qualidade, a cantora (com apenas um figurino), um objeto de cena (uma faca) e uma edição direta e descomplicada.

Outro exemplo de videoclipe simples e eficiente, com um pouco mais de recursos (mas proposta bem diferente), é o de “Fica do Meu Lado”, de Davi Bandeira. O cantor e sua banda também utilizam apenas uma câmera e uma locação, mas fechada: um estúdio com fundo infinito (pelo qual costuma-se alugar por hora ou diária). A produção de objetos é minimalista. Em ambos os vídeos, toda a captação de imagens poderia ter sido feita em apenas um dia.

É possível chegar a resultados elaborados com a ajuda de parceiros e apoiadores diversos. Uma regra geral é que, quanto mais rápido você precisar do resultado, maior o valor financeiro que terá que investir. No entanto, contar com um tempo maior para produzir algo complexo pode ser uma boa ideia. Um exemplo é o clipe mais recente d’O Terno, “Ai, Ai, Como Eu Me Iludo”. Produzido pela Alaska Filmes, que também fez o vídeo de “66”, o clipe levou dois anos para ser produzido, mas conta com um trabalho caprichoso de pós-produção e efeitos especiais.

Uma superprodução visual como a de “Le Fantastique”, de Eduardo Kaczan, não é tarefa fácil, nem barata. Os créditos listam uma equipe de mais de 40 pessoas, incluindo direção, produção, styling, edição, tratamento de cor e muitos figurantes. São utilizadas, pelo menos, três locações em diferentes períodos do dia, o que presume um longo tempo de gravação. Além disso, é possível notar uma cuidadosa produção de objetos, que precisou providenciar desde um carro com placa customizada até uma cobra.

Além de ser um excelente produto promocional, um bom videoclipe pode resultar em um bom retorno financeiro através de monetização. Se você distribui com a Tratore, podemos te ajudar a monetizar seu clipe não apenas na sua página, mas em qualquer vídeo no YouTube que utilizar seu fonograma, com o uso da ferramenta Content ID.

Saiba mais sobre esse processo nos próximos posts do blog da Tratore. Fique ligado!

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2 comentários sobre “Estudando o Videoclipe: Orçamento e cronograma

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